Arquivo de 'Paradigmas ; religiões;Teorias'

Dancem Macacos, Dancem

fevereiro 09th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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Você acredita em Deus?

fevereiro 07th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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The Illuminati and the New World Order

janeiro 24th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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New World Order Government Conspiracy

janeiro 24th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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THE ILLUMINATI

janeiro 24th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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Where is God Hiding?

janeiro 21st, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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A Massa Crítica das Religiões

janeiro 20th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias, Textos de Membros

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Uma religião atinge sua massa crítica e fica diante de uma fissão espiritual toda a vez que o número de seguidores ganha proporções sociais. A espiritualidade é um processo individual, embora trate a individualidade de forma relativa ao universo envolvido. Na prática, tentamos resolver as questões do invisível com a espiritualidade e esta se torna eficiente na medida em que consegue oferecer símbolos satisfatórios com relação à vida da sociedade em questão. Mas os oferece ao indivíduo, delimitado pela sua própria percepção de individualidade.

Quando a religião atinge a massa crítica, deixa a simbologia relegada a um segundo plano, parte para uma simplificação frente à limitação cultural e filosófica das massas e passa a cuidar de questões éticas. Passamos a ter como base uma cartilha de “certos” e “errados”. Aí é que a espiritualidade explode, dando lugar a um processo tanto interessante como catastrófico para o indivíduo, porém eficiente para o controle de massas.

Para resolver tanto questões sociais como inquietações individuais, as cartilhas éticas são regradas de passagens que rumam à castração de desejos, vontades e impulsos que, em lugar de serem considerados legítimos fenômenos químicos necessários à existência, “resolvem” os problemas de ter de encarar os limites do ser humano e admitir, de uma vez por todas, que somos “macacos pelados cabeçudos”, como diz um velho amigo.

Está com tesão? Tem um desejo por outra pessoa que não é aquela que você jurou eterno amor? Não consegue se auto-afirmar como um homem de sucesso? Sem dinheiro? Esqueça! Tudo isso é pecado mesmo… Assim o indivíduo “resolve” o problema: não precisa mais se preocupar com a ansiedade provocada pelo que ainda não conseguiu, pela frustração de seus fracassos ou arcar com o peso total da responsabilidade de seu infortúnio ou sucesso. É o penitente e feliz genocídio dos próprios desejos.

O efeito colateral dessas “soluções” é que desejos atirados a um suposto esquecimento são, na verdade, informações tratadas quimicamente pelo cérebro e não são descartadas como se gostaria. Pior, são acompanhadas de frustrações e tristezas a compor um pacote, chamado de personalidade sombra, demônio, ou o que quer que seja, que passa a ser um desconhecido da consciência ordinária e ganha liberdade para agir das mais diversas e, na maior parte dos casos, incômodas formas. Passa a atrapalhar a vida do indivíduo sem que ele tenha consciência de onde vêm certos sentimentos, sensações, idéias, impulsos, resoluções, etc.

Mas a cartilha ética tem uma solução: pega-se todos esses pacotes e atira-se em um grande meme, se é que pode se chamar assim dada as proporções individuais e coletivas que ele toma, chamado Diabo. Assim, o Diabão fica poderoso, grande, forte. Se puder olhar profundamente para um fanático religioso, geralmente monoteísta, certamente verá um enorme Diabo que dá a exata proporção de quantos desejos legítimos ele tem reprimido. Quanto maior seu Diabo, maior tem que ser o seu Deus. Um círculo vicioso: se o deus é grande, igualmente grande é o cumprimento das cartilhas, portanto grande é o demônio. Se os desejos são grandes, grandes serão as repressões, os demônios conseqüentes e, portanto, seu deus.

Em outras palavras, o conflito é eterno, um purgatório que durará enquanto o indivíduo respirar. Mas aí, outra solução: tira-se o enfoque desta vida e projeta-se outra, supostamente após a morte. Assim, tem lugar a máxima que se tornou verdade de tanto que foi dita: o sofrimento purifica.

E durante todo esse tempo a coisa era tão simples: o ser humano não é mais do que qualquer outro ser. É só mais um animal, independente de possuir vantagens evolutivas em seu cérebro. Portanto, devemos entender que, mais do que sermos animais, temos o direito de sermos animais, com todos os impulsos, desejos, ódios e uma vida apontada para a reprodução, ou seja, para ela própria. Temos o direito de defender territórios e fazer danças de acasalamento. E os fazemos o tempo todo. Só precisamos aceitar, encarar e parar de jogar essas pérolas no lixo, como fazem os criadores de demônios.

A partir do momento que desejos são sinceramente considerados legítimos, as angústias, rancores e frustrações, que os acompanham quando são atirados às egrégoras demoníacas, perdem a ligação de culpa com os desejos, só restando esses últimos. O grande demônio se torna um aglomerado de energia natural repleto de vida, força, prazer e alegrias. Esta é a arte de transformar demônios em deuses. E, de uma forma ou de outra, todos os desejos são legítimos.

E quanto ao bem e o mal? Só pode se julgar um ser espiritualizado aquele que compreende o universo que está acima das questões éticas. É evidente que estar acima do bem e do mal requer um desenvolvimento espiritual importante, mas nada impede que separemos as coisas: espiritualidade é o instrumento que trata de nossas questões profundas, ainda que se entenda por questões profundas, as coletivas. Quanto à ética, deixamos para a organização social, cultural e cotidiana que nos cerca, utilizando um desenvolvimento espiritual capaz de nos prover do bom senso necessário às escolhas que farão o justo, e não o bem ou o mal absolutos.

Eis um importante caminho a ser desenvolvido pelo magista: suportar todos os desejos e todas as responsabilidades que estes implicam.

Fra. B

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Fnord!

janeiro 18th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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A Basic Introduction to the Minoan Brotherhood - The Minoan Brotherhood

janeiro 10th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias, Textos da Web

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janeiro 08th, 2008 | Categoria: Chaosmagick, Paradigmas ; religiões;Teorias, Textos da Web

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janeiro 06th, 2008 | Categoria: Paradigmas ; religiões;Teorias

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